Esse blog vinha sendo gerado só no campo das ideias, como uma pessoinha que se prepara pra nascer... e foi parido apenas quando um exame de gravidez positivo me engrandeceu e me completou a vontade de contar aqui as histórias das nossas pessoinhas, de todo mundo aqui de casa e dessa que está pra nascer, pras nossas pessoinhas lerem e ouvirem sobre nós. Afinal de contas, nós somos feitos das histórias mais espontâneas de nós mesmos...
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Histórias minhas, contada pela minha mãe:
Minha mãe conta que eu tinha uns dois anos e falava como uma tagarela, andando atrás dela. Conta que por vezes me perguntava "onde é que me desligava", "onde é que tirava a pilha"...
Conta também de uma vez que eu estava tomando banho na banheira, ela deu uma saidinha, e quando voltou eu estava bebendo a água suja da banheira. E a explicação foi "É pa salar a tossinha, mamãe!"
Conta de uma outra vez que ela estava dobrando as roupas e pediu que eu levasse as minhas para o meu quarto. Eu olhei o monte de roupas e estendi as minhas mãozinhas: "Mamãe, só tenho duas mãozinhas, ó!"
Uma outra vez, meu avô me levou pra passear na casa dele. Cheguei lá, não tinha nenhuma criança para brincar, quis voltar pra casa... "Vovô, vc me trouxe, agora vc me leva embora, né?"
Tiveram vezes que queria fugir de casa e morar com a Tia Nice...
E talvez um dia eu lembre mais umas historinhas pra colocar aqui.
Eu não lembro dos fatos, só lembro pelas lembranças da minha mãe, mas elas são tão vívidas e fazem tanto sentido que é como se fossem minhas memórias, tomando um sentido diferente a cada vez que lembro e penso nelas.
Penso no meu filhote e no meu papel, que deixa de ser de criança e passa a ser de mãe, de co-autora, intérprete, selecionadora e contadora dessas histórias.
É pela interpretação e pela memória seletiva da mãe que temos acesso a muitas dessas histórias.Talvez faça parte da função da mãe (imperfeita, sempre) guardar essas nossas memórias e nos propiciar, através delas, uma reflexão futura, uma "re-significação" cognitiva e afetiva... mesmo que seja um pouco doloroso, às vezes. É o que nos faz crescer...
João Felipe!
28 semanas!! Lindão, bochechudo igual a mãe... :)
Semana atrasada foi o chá de fraldas, em BH. Ou melhor, foram dois chás de fraldas!! rsrs... foi bacana, deu pra mamãe e pro papai reverem tanta gente, e recebemos muito carinho de todo mundo!! Filhote, vc já é muito querido e muito esperado por aqui!! :)
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Sobre o sono ;)
A natureza do sono do bebê
Após a leitura do artigo "O mau sono do filho pode ser culpa dos pais", publicado no site Guia do bebê em 03/03/2010, gostaria de fazer alguns comentários.
O artigo ressaltou que a raiz de muitos problemas de sono estaria no fato de os pais auxiliarem seus bebês a adormecerem e concluiu que eles deveriam ser treinados a fazê-lo sozinhos.
O artigo ressaltou que a raiz de muitos problemas de sono estaria no fato de os pais auxiliarem seus bebês a adormecerem e concluiu que eles deveriam ser treinados a fazê-lo sozinhos.
Tenho algumas críticas a esse raciocínio:
PRIMEIRO, é importante entender que essa inabilidade do bebê de adormecer sozinho, sem ajuda, é de sua natureza. Antes de 2 ou 3 anos não há maturidade neurológica para tal. Então, ao 'treinar' um bebê a adormecer sozinho estamos passando por cima de sua natureza do desenvolvimento, que acontece em fases, em um aprendizado longo e complexo. A matéria parte do princípio de que é preciso condicionar os bebês a não solicitarem aconchego à noite mesmo quando tivessem necessidade, como se uma exigência para um bom sono bom seria apressar a independência do bebê.
SEGUNDO, as funções do choro, do embalo e do apego devem ser levadas em consideração.
O choro - No início da vida, o choro tem um amplo espectro de funções: bebês choram por fome, necessidade de contato físico, frustração, outras necessidades físicas e emocionais. O choro de frustração não pode ser considerado falso por não apresentar uma razão física visível. Experimentos clássicos mostraram que simplesmente pegar o bebê no colo funciona perfeitamente como uma forma de parar o choro, ainda que eles estivessem famintos (1,2). O choro atendido pelos pais tem importância fundamental para a formação de vínculos e estabelecimento do laço afetivo familiar (3).
O embalo - O bebê precisa ter confiança máxima, conforto, segurança e outros sentimentos mais complexos em quem lhe está adormecendo, que levam ao relaxamento relaxamento físico e mental. A mãe acalenta o bebê com um embalo ritmado, lento, afagos leves e ao som de uma melodia delicada e sussurrante de sua voz, e com isso o bebê se entrega e adormece. Deve-se lembrar também que embalar o bebê lhe confere estímulos sensoriais necessários ao estabelecimento do tônus muscular.
O apego - O colo e o apego, em conjunto com o embalo e a amamentação, são fatores críticos para a continuação do desenvolvimento do bebê fora do útero materno. O bebê humano nasce em desamparo e dependência quase absoluta e necessita ser visto e ouvido por sua mãe ou por outra figura de apego primário, de quem procura e espera uma relação recíproca, na qual seus próprios sentimentos iniciais são retribuídos (4). O bebê 'come amor' como se fosse comida e também a sensação de estar rodeado, contido, visto e seguro (5).
Uma criança que se agarra a um adulto não está sendo mimada nem querendo chamar atenção, mas sim está tentando reduzir o seu alto grau de excitação física e seus elevados níveis de substâncias químicas estressantes, como o cortisol e, ao mesmo tempo, tenta ativar as compostos químicos cerebrais que produzem sentimentos de bem-estar, como a ocitocina. Sua mãe é sua 'base neuroquímica' infalível.
Obrigar a criança a ser independente antes de ela estar geneticamente madura para tal é uma provável causa do surgimento de um apego prolongado, enquanto que a criança que recebeu o cuidado amoroso protetor com sua dependência natural reconhecida estará apta a aperfeiçoar suas potencialidades primitivas de crescer, integrar-se, adaptar-se às exigências do ambiente, desenvolver outras relações interpessoais, habilidades sociais, de convivência e aceitação do outro e de preservar a vida.
TERCEIRO, técnicas conhecidas como 'choro controlado' e variações em que o choro do bebê é ignorado não oferecem garantias de noites de sono ininterruptas. Tal fato foi, inclusive, revelado em uma pesquisa recente na qual, apesar de 69% dos pais acreditarem que essa técnica funcionaria, somente 1/6 dos pais disseram que ela eliminou completamente os despertares noturnos. (6)
Ainda, pesquisas revelam que quando a criança cumpre um ano, as mães que haviam atendido rapidamente o seu choro, tinham filhos que choravam muito menos que aquelas que haviam optado por deixá-los chorar (7).
QUARTO, é mito que bebês que são treinados a dormir a noite toda nunca mais acordariam. O bebê muda constantemente conforme seu desenvolvimento e isso interfere em seu sono. Então, é falaciosa a prescrição de soluções eternas para que a criança dormir a noite toda, porque sempre que há mudanças em sua vida (como entrada em escolinha ou mudança de professora, um atrito com amigo na escola, mudança para nova casa, férias, doença, saltos de desenvolvimento e outros) há provavelmente uma causa emocional para a mudança no padrão de sono. Nesses casos, é hora de direcionar todas as atenções a seu filho para que se sinta emocionalmente seguro de as boas noites de sono voltarão.
QUARTO, é mito que bebês que são treinados a dormir a noite toda nunca mais acordariam. O bebê muda constantemente conforme seu desenvolvimento e isso interfere em seu sono. Então, é falaciosa a prescrição de soluções eternas para que a criança dormir a noite toda, porque sempre que há mudanças em sua vida (como entrada em escolinha ou mudança de professora, um atrito com amigo na escola, mudança para nova casa, férias, doença, saltos de desenvolvimento e outros) há provavelmente uma causa emocional para a mudança no padrão de sono. Nesses casos, é hora de direcionar todas as atenções a seu filho para que se sinta emocionalmente seguro de as boas noites de sono voltarão.
QUINTO, a pesquisa citada (publicada originalmente em 2009 na revista "Child Development") tem falhas metodológicas e erros de abordagem que não foram citados. Somente 85 famílias foram entrevistadas e isso torna a amostragem não significativa. Além disso, o texto não deixa claro qual foi a porcentagem real de casais que se adequaram às conclusões do grupo (se a margem de diferença for muito baixa, o estudo deve ser refeito com grupo de amostragem mais amplo).
Os próprios autores concluem no final do artigo que, pelo fato de os dados serem baseados em amostras não-clínicas, todas as implicações clínicas devem ser melhor examinadas adiante, em condições clinicas. Os autores ainda discutem que os dados devem ser melhor explorados em outras culturas e em amostras com mais variados status socioeconômicos para testar sua valia em ambientes que tenham diferentes expectativas, filosofias e valores em se tratando de práticas de educação dos filhos em geral e do sono dos bebês em particular.
Portanto, a abordagem dos pesquisadores passou por uma linha de pensamento que não considera diferentes culturas, crenças e individualidades. Os pesquisadores concluem que todas essas são características limitam a generalização dos resultados. Ainda mais, as associações relatadas entre o sono e cognições maternas foram baseadas em percepções subjetivas e podem ter sido influenciadas pela variância do método compartilhado.
Esses aspectos não foram incluídos no artigo que, portanto, não relatou com acuidade o que foi descrito na pesquisa.
FINALMENTE, o artigo publicado continua a oferecer problemas na parte 'Avisos' de hábitos possivelmente perniciosos ao sono.
Alimentá-lo fora do horário? Não é possível, posto que o bebê pequeno precisa mamar em livre demanda para garantir que tenha todas suas necessidades de nutrição e também de sucção não nutritiva saciados. Não há conselho mais prejudicial para o estabelecimento e continuidade da amamentação e, consequentemente, para a saúde dos bebês, do que amamentar com horários predeterminados.
O artigo condena que o bebê durma com seus pais. As conclusões do artigo não consideram bases antropológicas, culturais e tampouco fisiológicas.
O co-leito ou cama compartilhada é algo praticado desde os primórdios da raça humana. A necessidade do bebê humano de estar em contato físico com a mãe vem dos tempos em que o ambiente era perigoso e a sobrevivência dependia de contato direto com sua mãe. Somos parte dessa descendência. Além disso, a cama compartilhada é comprovadamente de auxílio para estabelecimento da amamentação e tem efeitos positivos no estabelecimento de ritmos respiratórios, na regulação de padrões de sono, da taxa metabólica, de níveis hormonais, da produção enzimática (ajudando na habilidade do bebê de lutar contra doenças), na taxa de batimentos cardíacos e no sistema imune (8, 9, 10). Pode também ajudar a atender necessidades emocionais do bebê e da criança mais facilmente, levando em consideração os picos de crescimento, a crise de ansiedade de separação que se inicia por volta dos 8 meses e outras fases que vão além do primeiro e segundo ano de vida, nas quais o contato íntimo com a mãe faz toda a diferença.
Portanto, ter um conceito previamente fechado, contrário a um arranjo de sono, pode dificultar a família a lidar com as necessidades que o bebê e a criança manifestem.
ALGUMAS RECOMENDAÇÕES QUE EU DARIA AOS PAIS SERIAM:
- Investigue em que lugar o bebê dorme melhor: na mesma cama com os pais, no berço em outro quarto, no berço no mesmo quarto porém distante da cama do casal, no berço no mesmo quarto junto à cama? E onde você dorme melhor? Finalmente, onde você gostaria que seu bebê dormisse? A gama de variações possíveis é grande, pode-se tentar alguns dos arranjos até descobrir como toda a família dorme melhor.
- Alterne maneiras de auxiliar o bebê a adormecer, nem sempre mamando (a não ser nas primeiras semanas quando é impossível manter um bebê acordado após as mamadas), nem sempre embalando, às vezes peça para papai entrar na jogada! Ao aprender que pode adormecer de várias formas, é menos provável que o bebê faça associações fortes de sono que podem levá-lo a requerê-las no meio da noite.
- Reconheça os sinais de sono do bebê: esfregar olhos, bocejar, diminuir atividades, ficar irritado, olhar parado, chorar, em alguns casos, gritar. Crie rotinas de acordo com o cansaço e a necessidade de sono da criança (que vai mudando conforme a maturidade), ou seja, uma sequência simples de eventos que ajude a criança a identificar que a hora do sono está por vir.
- As sonecas são importantíssimas para o desenvolvimento do bebê e para o sono noturno. Ao contrário do que se pode pensar, um bebê exausto luta contra o sono e tem dificuldades de permanecer adormecido. Para serem restauradoras, as sonecas diurnas devem durar pelo menos 1 hora, em média, para bebês maiores de 4 meses. Se o bebê não dorme espontaneamente esse tempo e acorda aborrecido, precisa de ajuda para prolongar as sonecas. Você pode usar um sling e deixar o bebê dormir nele. Se ele dorme em berço ou cama, preste atenção: quando acordar, tente colocá-lo para dormir novamente o mais rápido possível. Às vezes, ficar por perto para intervir antes de o bebê acordar completamente é aconselhável. Esse processo pode ser demorado, mas vale a pena, pois o bebê vai aprendendo a emendar ciclos de sono e tirar sonecas mais longas, que são importantes para um bom sono noturno também.
Referências
1- Wolff, P.H. 1987. The development of behavioral states and the expression of emotion in early infancy: New proposals for investigation. Chicago: University of Chicago Press. (1987).
2- Our Babies, Ourselves. How biology and Culture shape the way we parent. Meredith F. Small. Anchor Books. (1998).
3- Tocar: o Significado Humano da Pele. Ashley Montagu. Ed. Summus. (1988).
4- Bowlby, J. (1969,1982) Attachment [Vol. 1 of Attachment and Loss]. London: Hogarth Press; New York, Basic Books; Harmondsworth, UK: Penguin (1971).
5- Babies and Their Mothers : D.W. Winnicott. Merloyd Lawrence. ( 1996).
6- Lynn Loutzenhiser, Regina Leader-Post. Have you been awake all night, trying desperately to put your child back to sleep, or does your little one sleep like a baby? The study is being done in collaboration with a contributing editor to Today's Parent magazine. The survey can be found at http://uregina.ca/~loutzlyn/ Research.html. (2009).
7- Margot Sunderland, The science of parenting. DK Publishing Inc. (2006).
8-J. McKenna et al., Bedsharing Promotes Breastfeeding, Pediatrics 100, no. 2: 214-219. (1997).
9- J. McKenna et al., "Sleep and Arousal Patterns of Co-Sleeping Human Mother-Infant Pairs: A Preliminary Physiological Study with Implications for the Study of the Sudden Infant Death Syndrome (SIDS)," American Journal of Physical Anthropology 82, no. 3, 331-347 (1990).
10- A Reasonable Sleep. Evolution suggests that if we sleep with our babies, we might help some of them escape sudden infant death syndrome. By Meredith F. Small DISCOVER 13:4. Medicine. (1992).
2- Our Babies, Ourselves. How biology and Culture shape the way we parent. Meredith F. Small. Anchor Books. (1998).
3- Tocar: o Significado Humano da Pele. Ashley Montagu. Ed. Summus. (1988).
4- Bowlby, J. (1969,1982) Attachment [Vol. 1 of Attachment and Loss]. London: Hogarth Press; New York, Basic Books; Harmondsworth, UK: Penguin (1971).
5- Babies and Their Mothers : D.W. Winnicott. Merloyd Lawrence. ( 1996).
6- Lynn Loutzenhiser, Regina Leader-Post. Have you been awake all night, trying desperately to put your child back to sleep, or does your little one sleep like a baby? The study is being done in collaboration with a contributing editor to Today's Parent magazine. The survey can be found at http://uregina.ca/~loutzlyn/
7- Margot Sunderland, The science of parenting. DK Publishing Inc. (2006).
8-J. McKenna et al., Bedsharing Promotes Breastfeeding, Pediatrics 100, no. 2: 214-219. (1997).
9- J. McKenna et al., "Sleep and Arousal Patterns of Co-Sleeping Human Mother-Infant Pairs: A Preliminary Physiological Study with Implications for the Study of the Sudden Infant Death Syndrome (SIDS)," American Journal of Physical Anthropology 82, no. 3, 331-347 (1990).
10- A Reasonable Sleep. Evolution suggests that if we sleep with our babies, we might help some of them escape sudden infant death syndrome. By Meredith F. Small DISCOVER 13:4. Medicine. (1992).
terça-feira, 31 de julho de 2012
João Felipe tá com 21 semanas, 24cm, 417g e um pé de 4cm!!!
Será que vai puxar o pé do Vô Zacha??
rsrs... Já sinto altos chutes na minha barriga!
Muito mágico tudo isso...
No ultimo ultrassom a gente já vê o perfil, a boquinha, o pézinho... olha que delicia:
Lindão, já estamos ansiosos esperando por você!!!
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Estamos chegando na metade da gestação.
Como passa rápido!
Minha barriga já está bem saliente, já estou curtindo alguns dos "bônus" da gravidez.. rsrs...mais atenção, mais cuidados, filas prioritárias.. rsrs...
Gosto de ficar olhando a minha barriga (que modéstia a parte tá linda, tá redondinha!).. e imaginar que meu filhote tá ali dentro, o João Felipe.. que ontem era um feijãozinho e hoje já tem um nome, já tem história e é quase do tamanho da minha mão! E daqui a alguns meses vai estar aqui, no meu colo.
Como será? branco, moreno? e a cor dos cabelos, e a cor dos olhos? será que é bochechudo como a mãe? ou tem o queixo grande do pai? e as mãozinhas,e os pézinhos?? hmmm.. Sei que vai vir lindo!!! não tem jeito, a genética garante! rsrsrsrs...
Meu pai foi acompanhar o ultimo ultrassom e ficou babando, achando tudo muito interessante.. disse que viu que era bochechudo, que viu até os dedinhos dos pézinhos do João. Não sei não, eu não vi nada disso... rsrs.. Esse último ultrassom nós fizemos lá em BH, numa clínica mais simpleszinha, a imagem não era boa... Aliás, esse último ultrassom tem história! Só aconteceu depois de horas de brigas e de espera, quase ficando doidona com o cheiro de tiner!! um absurdo!!
Enfim, passou, e eu não pretendo voltar lá. To achando a clínica daqui de Curitiba muito linda, limpa e cheirosa. Estamos muito bem aqui, obrigada.
Cada dia mais feliz e satisfeita, a espera do João Felipe!! :)
Como passa rápido!
Minha barriga já está bem saliente, já estou curtindo alguns dos "bônus" da gravidez.. rsrs...mais atenção, mais cuidados, filas prioritárias.. rsrs...
Gosto de ficar olhando a minha barriga (que modéstia a parte tá linda, tá redondinha!).. e imaginar que meu filhote tá ali dentro, o João Felipe.. que ontem era um feijãozinho e hoje já tem um nome, já tem história e é quase do tamanho da minha mão! E daqui a alguns meses vai estar aqui, no meu colo.
Como será? branco, moreno? e a cor dos cabelos, e a cor dos olhos? será que é bochechudo como a mãe? ou tem o queixo grande do pai? e as mãozinhas,e os pézinhos?? hmmm.. Sei que vai vir lindo!!! não tem jeito, a genética garante! rsrsrsrs...
Meu pai foi acompanhar o ultimo ultrassom e ficou babando, achando tudo muito interessante.. disse que viu que era bochechudo, que viu até os dedinhos dos pézinhos do João. Não sei não, eu não vi nada disso... rsrs.. Esse último ultrassom nós fizemos lá em BH, numa clínica mais simpleszinha, a imagem não era boa... Aliás, esse último ultrassom tem história! Só aconteceu depois de horas de brigas e de espera, quase ficando doidona com o cheiro de tiner!! um absurdo!!
Enfim, passou, e eu não pretendo voltar lá. To achando a clínica daqui de Curitiba muito linda, limpa e cheirosa. Estamos muito bem aqui, obrigada.
Cada dia mais feliz e satisfeita, a espera do João Felipe!! :)
quarta-feira, 4 de julho de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Ontem foi meu primeiro dia das mães!!
Ganhei flores lindas, um almoço italiano delícia e muito carinho do papai...
Ganhei da Fla um video da música linda do Arnaldo Antunes, "Debaixo Dágua"...
fui olhar no youtube e apaixonei com a versão da Maria Bethania, com as fotos do video e tudo!
Olhaí:
E eu fico imaginando ano que vem, quando eu tiver meu pequetito ou pequetita no colo!! :o)
Ser mãe é mágico, viu?
Ganhei flores lindas, um almoço italiano delícia e muito carinho do papai...
Ganhei da Fla um video da música linda do Arnaldo Antunes, "Debaixo Dágua"...
fui olhar no youtube e apaixonei com a versão da Maria Bethania, com as fotos do video e tudo!
Olhaí:
E eu fico imaginando ano que vem, quando eu tiver meu pequetito ou pequetita no colo!! :o)
Ser mãe é mágico, viu?
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